Ou melhor, me dará razão.
Quando Central do Brasil perdeu o Oscar de melhor filme estrangeiro em 98 para o filme do Didi italiano (A Vida é Bela), muitos me acusaram de destratar tal comediante apenas por ser patriota e de que tal infamia não tinha sentido. Analizando a publicação "1001 Filmes pra se ver antes de morrer" lá estava Central na lista - que diga-se de passagem não havia nenhum brasileiro entre os colaboradores e que não poderão ser taxados de "patriotas". Foi como eu disse: Central é um filme pra ser visto, revisto e admirado - menos pelo meu cunhado - por mostrar de forma contudente a transformação de uma mulher ( que poderia ser qualquer pessoa ) ante aos maus-tratos da vida em uma pessoa melhor. O filme ainda prima pela fotografia, pela trilha sonora e pela sensibilidade do diretor de inserir cenas de pessoas comuns e relatos verdadeiros, trazendo talvez com isto verdade também ao filme. É como diria aquele locutor de apuração de carnaval: deeeeeiiiiiiisssssss.
Ah, antes que eu me esqueça, o Didi europeu nem foi citado na tal publicação. E eu prefiro mil vezes "Os trapalhões, no Auto da Compadecida"
Até breve
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