quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Sem passaporte, sem identidade, sem coleira

Aproveitando as comemorações do Dia do Professor, aqui vai a história do dia em que a Raquel - professora - foi para a Argentina sem passaporte, sem identidade e sem coleira de identificação - em contraponto a Ivana, também professora tinha até comprovante de endereço na bolsa.
O telefone toca as 8:00 da madrugada de segunda.
- Alô! Disse ainda sonolento no meu primeiro dia de férias.
- Jú, é Quel. Tô precisando de um favorzinho seu...
- Diga.
- Eu tô aqui no aeroporto e eles não querem me deixar embarcar sem meu passaporte ou identidade...
-Hummm.
- Procure ele lá em casa e me mande?
- OK! Só pro passaporte ela me deu três possíveis lugares pra encontrar - a minha sorte é que ela mora numa kitnete. A identidade ela já nem se lembrava da existência.
Depois de muito procurar e acha-los - sim eu achei até a tal identidade sumida - pus-me a correr contra o tempo e a procura de como enviá-los. Já era tarde quando minha irmã me disse que iria um taxi pra Confins e poderia levá-lo para mim. Oba, tarefa executada.
- Alô! Quel! Já tá a caminho...
- Quem bom. Quando é que chega aqui no Rio...
Reparou? Em nenhum momento ela me disse que tava no Rio.
- Como assim, Rio????
- Ah, eu achei que você iria imaginar que eu tava na conexão...
Se eu imaginasse isso, São Paulo, seria minha primeira opção.
Lá vai eu correndo atrás do passaporte de novo e tome mais correria.
E a bonita??? Tava na praia aproveitando o dia quente.
Parabéns para Raquel e Ivana, professoras de Português e História, respectivamente.
Bjão.

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